Crítica | Obsessão (2026) desconstrói o romance para filmar o horror do egocentrismo masculino
Ao se recusar a romantizar o controle, o diretor Curry Barker cria uma tensão asfixiante sobre um homem disposto a tolerar o abuso sobrenatural contanto que sua carência seja saciada.
Em Obsessão (2026), o diretor Curry Barker subverte o romance tradicional para entregar um terror psicológico sufocante sobre o egocentrismo masculino e o controle. Confira a nossa crítica completa do filme.
