FAVORITOS DO MÊS

Tem Um Filme | Favoritos do Mês

Novembro | 2025

Frankenstein

Uma releitura que recusa o monstro clássico: aqui o terror é interno, a dor é física e emocional. O filme questiona criação, abandono e o limite entre quem ama e quem rejeita. Cru e lindo na mesma cena

Cena de "Os Roses: Até que a Morte os Separe"

Colman e Cumberbatch disparam notas de humor ácido e rancor doméstico num remake que afia o sorriso até virar lâmina. É tragicômico, irritante e deliciosamente ácido — daqueles filmes que você ama e detesta ao mesmo tempo.

Cena da Série Hal e Harper

Hal e Harper

Dois irmãos presos por uma vida de medos e abandono infantil. Quando o pai anuncia uma nova família, tudo desmorona. A série expõe feridas, tenta cura — fala de amor, culpa e da luta louca que é crescer quando o lar ruiu

Cena de "O Agente Secreto"

Brasil, 1977. Fugindo de um passado misterioso, Marcelo, um especialista em tecnologia, na casa dos quarenta, volta ao Recife em busca de um pouco de paz, mas percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura

O Monstro em Mim

Nessa minissérie de paranóia e suspense, a escritora Aggie Wiggs, de luto pela perda de seu filho, encontra um novo objetivo ao tentar desvendar o mistério por trás da esposa desaparecida do vizinho Nile Jarvis.

Cena da Série Tremembé

Tremembé: A Prisão dos Famosos

A série que ocupou as conversas do mês transforma o presídio em espelho social: fama, julgamento público e as narrativas que se constroem em volta de condenados por crimes de grande repercussão nacional

Cena do Filme Bugonia

Bugonia

Dois homens convencidos de uma conspiração alienígena sequestram uma CEO achando estar salvando o mundo, mas rapidamente percebemos que o perigo real talvez esteja nas ideias que escolhem abraçar, e não no que acreditam enfrentar. Uma ficção científica daquelas que você termina rindo, desconfortável, mas pensando por dias.

Cena do Filme Sonhos de Trem

Sonhos de Trem

Um filme que entende a dor do silêncio — não grita, apenas observa o peso da espera, das escolhas e do que fica quando ninguém olha. É sensível, contido e te deixa com o peito apertado de leve.